Belo Horizonte – MG


Beagá, Bh, ou como preferimos chamar (eu e meus amigos nordestinos), Belô…

Vou começar dizendo, sem sombra de dúvidas, que mais que uma cidade a ser visitada, Belo Horizonte é uma cidade a ser saboreada, tanto no comer quanto no beber… Assim, esclareço que mais que discorrer sobre seus pontos turísticos, esse será um post quase gastronômico, porque o que realmente fizemos foi degustá-la.

Em setembro de 2010, eu e meus amigos fisioterapeutas, fomos a um congresso em Belô. O Ricardo ficou, mas mesmo assim, vale pena dividir com vocês essa delícia de cidade.

Passamos uma semana nos dividindo entre as conferências do Congresso e os restaurantes e botecos da cidade (aliás, Belô é a cidade do Boteco – é a cidade de maior número de bares por habitante e tem para todos os gostos: cafés, pubs, boates, chopperias, bares com música ao vivo, entre outros).

Bom, mas, vamos passo a passo. Do aeroporto até o Centro, onde ficamos hospedados, o taxi dá 80,00 reais. Contudo, se você vier sozinho, compensa pegar um ônibus que faz o traslado Confins-Centro por 19,50 em diversos horários (http://www.conexaoaeroporto.com.br). A dica aqui é ficar hospedado na Av. Afonso Pena ou perto dela (pois fica perto de tudo) e segundo, vir pegando um dia de domingo para visitar uma mega feira de artesanato (mas, falo dela depois, já que o foco é, realmente a comida).

Assim que chegamos fomos… adivinhem??? Comer. Nossa primeira parada foi o restaurante Maria das Tranças que serve “O melhor frango ao molho pardo do Brasil” (http://www.mariadastrancas.com.br/). Pedimos então esse prato que vem acompanhado de arroz, polenta (que eles chamam de fubá, mas, atenção nordestinos, não é o nosso nem de longe… na verdade parece uma canjica sem sal), e quiabo. O prato deu pra quatro pessoas e saiu por 59,20. Não é essas coisas todas, mas com ele, bebemos um chopp artesanal que só encontramos lá e,ao final, tudo fica bem gostoso.

 

 

 

 

 

 

 

No outro dia, na hora do almoço (aliás, que novidade!) buscávamos um restaurante típico, mas não deu muito certo. Rodamos a cidade toda de taxi (já que para nós compensava, pois estávamos num grupo de 10 pessoas), mas se há algo a reclamar em Belô, são os taxistas… além de correrem absurdamente (embora Salvador ainda ocupe o 1º lugar nesse quesito, na minha opinião), ultrapassarem os sinais como se eles não existissem, são chatos, e nem parecem mineiros, poxa.

Não te dão dicas interessantes, não conversam muito, e quando falam te dão foras e muitos foras, primeiro porque entendê-los é um pouco complicado no início (aliás, isso é comum em Minas), os mineiros falam rápido e engolem as palavras… apesar da fama de “fala-mansa” as últimas sílabas simplesmente desaparecem… e aí já viu, né? Tudo bem que deve ser um saco ter alguém te perguntando “o que?” várias vezes, mas… eles são taxistas…lidam com turistas… bom,vai entender!

Bom, tirando esse pequeno detalhe… nossa orientação era a Rua Raja Gabaglia, cheia de restaurantes, a maioria churrascarias  e, como não achamos o típico que nos indicaram (porque, depois de 40 minutos de taxi, descobrimos que ele fechou) paramos numa dessas mesmo. Mas, valeu a pena.  O Raja Grill fica num mirante e pudemos ter uma belíssima visão do famoso “horizonte” que a cidade tem no nome. No mais indicamos Raja Grill, pois mesmo sendo churrascaria, você encontrará feijão tropeiro, arroz carreteiro, tocinho de porco, vários doces de Minas, queijo mineiro e um preço fantástico de barato.

A noite fomos ao famoso Boteco Redentor que fica no Bairro Savassi. Aliás,  esse é um bairro que reúne uma infinidade de botecos. O redendor é famoso pelos chopps. Mas serve uma carne seca desfiada deliciosa também. De lá fomos ao Alambique, uma casa de shows. Neste dia estava se apresentando um cantor sertanejo… lembrando que sertanejo é forte da região. Foi bem divertido, pois entramos no clima descontraído dos mineiros.

No outro dia… almoço no Mercado Central (http://www.mercadocentral.com.br). Gente, o mercado de Belô é tudo!!!. É grandão como o de São Paulo e tem de tudo. Nos indicaram o Bar da Lora para almoçar, mas, como vocês podem ver, o lugar tava lotado e tivemos que comer em outro boteco do Mercado. Lembrando, comer a autêntica comida mineira. Depois passear, provar os deliciosos doces de leite e de tudo (figo, coco, abóbora, mamão), e, claro, queijos, goiabadas, cachaças, ervas, carne de sol, artesanato… São mais de 400 lojas.

    

 

 

 

 

 

 

A noite, Bar Savassi, com samba de raiz ao vivo da banda Sambeco, gente vale a pena. Eles tocam na quarta-feira, e se possível compareçam. Nossa dica: ao sair de casa ou do hotel, cheguem mais cedo e fiquem no Café com Letras (na esquina) e depois vá caminhando para o Bar Savassi para o samba. Show!!!

Continuando nossa corrida gastronômica… chegou a vez de provar o que dizem ser o MELHOR RESTAURANTE TÍPICO DE Belô, o Xapuri  (http://www.restaurantexapuri.com.br), que fica na Pampulha. Como estávamos no Centro, o taxi até lá é salgado: 50,00 reais, mas gente, não deixem de ir. Primeiro que o restaurante é uma graça, super rústico, limpo, imenso e cheio de caracterização local,  segundo que é pra morrer de satisfação. Não só o sabor, mais o cheiro… vocês não tem noção!!!. Pra finalizar você, por 10,00 reais, come todos… TODOS os doces que tem à disposição no restaurante.

Ainda nos sabores de Belô, fomos ao Olegário pizzaria e pedimos a tradicional pizza “Estrada Real” que tem recheio de carne de sol. De-li-ci-o-sa!!! E visitamos a confeitaria Momo (http://www.momoconfeitaria.com.br) para provar seus incríveis sorvetes…

Ai,ai… enfim, depois de toda essa rodada alimentar, melhor falar também que conhecemos alguns pontos turísticos da cidade. Além da Imensa Lagoa da Pampulha e seus arredores de monumentos de Oscar Niemeyer (que, detalhe, não dá para conhecer a pé, pois é realmente gigantesca), passamos pela praça mais famosa, a da Liberdade, grande e bem verde… um convite a caminhadas e encontros. E o mirante.

Importante: Belô é uma cidade fincada entre as montanhas. Portanto, são muitas as ladeiras a subir e a descer a pé ou de carro. Porém o clima é ameno e não fica tão cansativo assim, então pernas para que te quero.

No domingo, acordem cedo… tipo 02h30min da manhã e visitem a Feira de Arte e Artesanato da Avenida Afonso Pena. A feira reúne cerca de três mil expositores com comida, artigos de couro, artigos infantis, madeiras, obras de arte, roupas… enfim, tudo que você imaginar e com um preço ótimo. Fica até 14h e o  melhor é ‘’que quase todas as barracas aceitam cartão.

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Uma resposta para Belo Horizonte – MG

  1. gustavo disse:

    ola meu nome e gustavo trabalho com pizza em cone e gostaria de saber se enteressa colocar nossa pizza em sua pizzaria,emprestamos o forno.pra facilitar ainda mais a sua venda e sua renda. e fornecemos os cones. sou de belorizonte mg.meu site e http://www.comecone.com.br. telefone:85799044 ou 36375163 obrigado agradeço pela sua atençao.

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