Frankfurt – Erfurt (Alemanha)

Chegamos à noite em Frankfurt e fomos direto para a Praça Römerberg, um dos principais pontos turísticos desta cidade moderna, justamente por manter sua estrutura medieval, com casas de enxaimel, reconstruídas a partir das casas originais do século 15 e 16. As igrejas mais antigas também estão nessa região.

Nesta época do ano, a praça está sempre lotada, com uma “mega” feira natalina. Tinha mil coisas lindas para comprar e muitos lugares para comer e beber tudo que você imaginar de comida típica alemã… Só não nos divertimos mais, pois realmente estava ultra lotada! Mal dava para caminhar.

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Enfim, depois, nos dirigimos a outro maravilhoso hotel desta viagem: Movenpick City. Foi apenas uma note de sono, já que no outro dia seguiríamos para Erfurt.

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Bem cedo seguimos para Erfurt, uma cidade medieval alemã. Fofa demais!!! Linda demais!!! Maravilhosa demais!!

Olhem a cidade em miniatura de pedra

Olhem a cidade em miniatura de pedra

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Li em alguns blogs que é a cidade representada no Conto de Fadas dos irmãos Grimm…

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Pois bem, estamos em uma cidade de conto de fadas… E, tipicamente medieval.

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Diferente de outras cidades da Alemanha, que tiveram que ser reconstruídas, após a guerra. Erfurt só teve 17% de suas estruturas destruídas, portanto, a maioria do que existe aqui é original. E há muito… Igrejas, pontes, casas, capelas, torres…

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As ruas, vilas, espaços são reflexo de outro tempo…

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A parte religiosa vale a pena, e a cidade possui construções que são consideradas as mais antigas da Europa…

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A praça central, onde descemos, é o local que abriga a catedral e todos os grandes eventos. A catedral tem um estilo gótico muito bonito. E como estávamos em dezembro, estava acontecendo mais uma das incríveis feiras de natal da Alemanha. Mas, em junho ocorre uma feira medieval que dizem ser fenomenal.

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Dica 01: Eu, particularmente que amo Natal, amei estar na Alemanha nessa época do ano e visitar essas feirinhas de Natal incríveis. O legal é que podemos também provar tudo que você imaginar de comida típica e bebida típica alemã.

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Dica 02: Achei o máximo o fato de podermos ou não comprar os copos e canecas em que bebíamos algo. Se quisermos levar a caneca de lembrança, pagamos mais dois euros. Senão, devolvemos ela no final… E…outra cultura  gente! Todo mundo devolve… Nós é que compramos várias, afinal, eram lindinhas demais!!!

IMG_20141215_104009Rumo a Berlim!!!

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Boppard- St. Goar – Alemanha (Cruzeiro no Rio Reno)

Em 14.12.14, nono dia da Eurotrip, deixamos Amsterdã, bem cedo, em direção à pequena cidade alemã de Boppard (3h30min de viagem de bus) que fica à beira do Rio Reno (Rhein, em alemão).

O caminho até lá é maravilhoso!  Vale a pena ficar acordado para poder observar típicas fazendas holandesas, campos de ovelhas, pequenas cidades incrustadas no meio de vales e… nessa época no ano, espaços nevados nos pinheiros e araucárias. A maioria dos meus companheiros de excursão dormia, uma pena! Perderam um belíssimo amanhecer!!!

            Chegamos a Boppard e, confesso, já fiquei com vontade de conhecer todas as pequenas cidades alemãs. Lugar super calmo, fofo, limpo, organizado e de total silêncio.

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É claro que ainda era bem cedo… Talvez as pessoas ainda estivessem em suas casas… Mas, há poucos habitantes (15.000), algumas igrejas, praças e castelos medievais unidos a incrível paisagem do Rio Reno em sua beirada.

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Algumas pessoas dizem que os lugares mais lindos da Alemanha estão nestas cidades à beira do Rio Reno… E, tenho que admitir que as paisagens são realmente incríveis!!! Coisa de cinema, gente!!!

Não conhecermos a cidade, mas o blog: https://jbtravel.wordpress.com/2012/11/30/alemanha-boppard/, faz um ótimo relato por alguns pontos turísticos.

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Chegamos e embarcamos em um cruzeiro pelo Rio Reno que nos permitiu avistar algumas das cidades alemãs com suas arquiteturas inconfundíveis, vinhedos a perder de vista, a Rocha de Loreley e castelos medievais de antigos senhores feudais, como o inacreditável Castelo Gutenfels (na montanha), que está em ruínas, mas que pretendo voltar para visitar.

            Este passeio já estava incluso no pacote! A embarcação é fenomenal. Fizemos por esta empresa: http://www.loreley-linie.de/. De cara, já iniciamos os trabalhos gastronômicos alemães (comendo as típicas salsichas – DELICIOSAS!!!) e etílicos (cervejas e, principalmente, o vinho branco produzido aqui mesmo, nos vinhedos à beira do Reno).  Obs: você compra a garrafa e ganha um copinho… lindo!!! ( 3 euros).

        

Uma sobremesa maravilhosa também…

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E nesse espírito, foi só apreciar as belas vistas em um passeio de cerca de 2 horas. Ficamos mais na parte embaixo (aquecida) por conta do frio, ou melhor, do vento frio. Mas, vale a pena enfrentá-lo lá em cima e acompanhar as belas vistas.

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O Rio Reno possui 1233 km de extensão e é um dos principais rios da Europa. Nasce nos Alpes Suíços e banha seis países (Suíça, Liechtenstein, Áustria, Alemanha, França e Países Baixos), desaguando no Mar do Norte.

O que mais me chamou a atenção são as cidadezinhas em suas margens e os belos castelos nas montanhas…. Há vinhedos imensos também nas montanhas.

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Uma das melhores vistas do Reno pode ser feita no rochedo de Loreley (130 metros de altura), próximo a nossa parada, a cidade de St. Goarshausen.  Este lugar está em sexto lugar na lista Top 100 das atrações a serem visitadas na Alemanha, no ranking preparado pelo Centro Alemão de Turismo em 2013.

O rochedo recebe esse nome por conta de uma famosa lenda da região. Diz-se que uma bela jovem ficava sentada num rochedo às margens do rio, penteando seus longos cabelos dourados enquanto entoava uma triste canção. Sua beleza encantava tanto os navegantes que eles se esqueciam dos rochedos e, hipnotizados por sua música e sua beleza, acabavam naufragando.

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Há uma estátua em pedra, nas margens do rochedo, em homenagem a lenda.

Genteeeeeeee, tudo de lindo!!! Parece que estamos em um filme!!! Inacreditável pensar nas pessoas que moram nessas vilas a beira deste rio… Dá a impressão que não faz parte do mundo capitalista e globalizado em que vivemos.

Desembarcamos na também fofíssima cidade de St. Goarshausen.  Pudemos dar uma pequena volta pelo centrinho, visitar a igreja principal, comprar suvenires, dar uma olhada nas casinhas da vila e então seguir até Frankfurt.

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Freilos!!!

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Amsterdã (Amsterdam)

Nada se compara a Amsterdã! De cara, tenho que começar dizendo isso! Foi o lugar que mais amei conhecer. Aliás, não só amei como me mudaria para lá… Mais especificamente, para uma das 2.500 casas flutuantes atracadas em seus canais.

Genteeeeeee!!! O que é aquilo???? Com direito a varadinha… tulipas na jardineira da janela… cozinha americana…. e… Óbvio! Uma “bike” estacionada na beirada da calçada para você ir de canto a canto dessa cidade. É tudo de lindo, de pitoresco e ao mesmo tempo sofisticado, aconchegante…

Aliás, da próxima vez que voltar lá, irei me arriscar a passar uma noite nessas casas… O Site: Holland.com, informa como podemos fazer isso!

A cidade me chamou atenção em tudo.. o ar, a qualidade de vida, a educação e generosidade das pessoas, a organização, o transporte público, limpeza, alimentação e esse jeito de cidade pequena, histórica, respirando arte e ao mesmo tempo moderna, sofisticada e com muitas possibilidades….

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 Enfim… Vamos ao relato… Mas, acho que nem preciso dizer que você não pode deixar de conhecer e de ficar pelo menos três dias.

Bom… Chegamos à noite e ficamos hospedados no Steingenberg Schiphol Aiport. Também, disparado o melhor hotel da viagem toda. Afinal, opção de salmão e champanhe no café da manhã não é em qualquer lugar. O hotel fica perto do aeroporto. Longe do centro. No entanto, a cada 15 minutos sai uma van gratuita que te leva até o aeroporto e de lá, é facílimo se locomover.

OBS: O serviço de van gratuito funciona para vários hotéis em Amsterdã. Assim, considero interessante ficar hospedado perto do aeroporto e, provavelmente, de forma mais barata. A cada 15 minutos as vans passam no aeroporto. Há pontos de vans específicos para cada hotel, tanto para fazer o transfer aeroporto-hotel, quanto hotel-aeroporto. E não se preocupe se sentir perdido. Aqui foi disparado o lugar em que tivemos mais facilidade para tirar dúvidas. Em inglês ou até em espanhol, todos se mostraram muito solícitos, atenciosos e educados.

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Estando no aeroporto tá tudo resolvido! Afinal, lá também é estação de trem. No próprio saguão do aeroporto você verá sinalização para a estação de trem. As passagens são vendidas em máquinas amarelas que aceitam cartão de crédito. O blog http://www.turistaprofissional.com/category/holanda/ tem várias informações sobre Amsterdã e um passo a passo de acesso as máquinas e as sinalizações e foi fundamental para nos situarmos.

Mas, se você preferir, há um balcão de venda de passagens. Depois é só se dirigir a plataforma que te levará para “Centraal Station”. Do aeroporto até a Centraal Station são cerca de 20 minutos, e é bem prático. A viagem deve sair algo entre 6 e 7 euros.

IMG_20141213_123018Chegando na Central Station (centro de Amsterdã) você terá várias opções para se locomover…

  • a pé (a que prefiro sempre, principalmente em cidades planas como essa, mas é fato que a gente tem que ter tempo);
  • de bicicleta (por meio de aluguel. Há várias lojas que alugam bicicletas. A mais conhecida é a MacBike e tem vários pontos pela cidade. Deve ser extremamente prazeroso, afinal, você está fazendo uso do principal meio de locomoção da cidade. Bicicletas aqui possuem vias próprias e tem mais preferencial que carros e pedestres. OBS: No entanto, ao se aventurar de “bike” de cara, atenção para sinalizações, locais de estacionamento e identificação de sua “bike”, afinal, são muuiiitttassss). Olha um, dos muitos  estacionamentos de “bike”…

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  • De Trans ou ônibus (logo ao sair da centraal station vão te indicar várias opções. É só esperar o número adequado do trans ou ônibus para o lugar que deseja ir. Ao entrar, você procura um cobrador que fica mais à frente. Cada passagem custa, em média, 3 euros. Dentro dos trans, há mapinhas das estações, igual ao metrô e também orientação por voz.
  • De barco pelos canais (a melhor opção de todas na nossa percepção, que tínhamos pouco tempo na cidade). É que com o barco ou como eles chamam: “bus canal” você pode percorrer três diferentes trajetos (linha vermelha, laranja e verde) que contemplam pontos específicos da cidade e você pode descer e retornar quantas vezes quiser em vários pontos turísticos e ainda curtir esse passeio maravilhoso pelos canais.

Na noite em que chegamos, visitamos um pub próximo ao hotel e provamos duas cervejas típicas de Amsterdã, a Amstel e a Juppiler e uma comidinha básica para acompanhar.

Na manhã seguinte, saímos bem cedo. O destino inicial era a visita ao Moinho de Rembrandt. Lugar mágico, inclusive porque nos deu uma dimensão da vida no campo da Holanda. Em seguida, fomos ao centro de Amsterdã.

Amsterdã possui mais de 6.800 edifícios históricos e com arquitetura típica. É a cidade da Europa que mais reúne esse tipo de patrimônio. Já os canais foram construídos no século XVII. A sensação é incrível. Descemos e fizemos um belo percurso a pé iniciando pela  Praça Dam e seguindo para a Begijnhof e o mercado das flores.

A Praça Dam é o coração de Amsterdã. De lá, seguimos em caminhada até a Begijnhof ou Jardim das Beguinas, um conjunto de casas fundadas no período medieval, século 12,  para mulheres de uma irmandade católica, que solteiras ou viúvas, tinham uma vida casta focada em ajudar pessoas necessitadas.

Essas casas, suas igrejas, capelas e jardins ficam protegidos por um muro e uma grande porta de madeira.  Esse lugar possui as casas mais antigas de Amsterdã, uma delas, ainda em madeira.

Lá dentro não há mais Beguinas, porém a atmosfera, o silêncio e a tranquilidade nos transporta para uma outra época.  O local tem visitação gratuita. Fica aberto diariamente, das 09h as 15h. Para chegar até a Begijnhof segue a dica de “turistaprofissional” – Praça Spui. Procure a American Book Center, pois a porta que dá acesso ao Begijnhof fica do lado.

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Por fim, o mercado das flores flutuante. Descemos à beira do Singel, o canal em que está o mercado. Todos os produtos ficam em barcaças flutuantes desde os anos de 1800. Tem tudo que você imaginar e mais um pouco nesta época do Natal. Não só flores, mas muito souvenires e árvores de natal de todos os tipos. O mercado de flores flutuante está aberto de segunda a sábado das 9h às 17h30 e, aos domingos, das 11h às 17h30. Achei sensacional. Fizemos várias comprinhas e passamos um bom pedaço aqui.

De lá, a excursão nos levou a uma fábrica de Diamantes,  a Gassan Diamonds. Amsterdã é conhecida por seus diamantes há mais de 425 anos e a Gassan Diamonds é uma das empresas mais famosas e especializadas. Lá, fizemos um tour, com guia em português. Observamos o processo de lapidação das pedras, cores, cortes e a especifidade da empresa que desenvolveu um diamante com 121 cortes. Além disso, tivemos contato com algumas réplicas. Ao final, você pode comprar um diamante ou jóias com diamantes e relógios. Para quem gosta de jóias (não é o meu caso!) havia relógios em preços acessíveis e exclusivos.

Apesar de nao gostar dessas visitas guiadas de excursão. Vale a pena a visita a esse universo que faz parte da cidade.

Em seguida, a excursão nos deixou na Old Church, próximo a Central Station. De lá, pegamos o Tram 3 que nos levou até a Museumplein. Poderíamos ter pego também o 12, 16 ou 24. As paradas são: a homônima Museumplein ou Van Baerlestraat.

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A Museumplein é a Praça onde estão localizados os três principais Museus da cidade: Rijksmuseum, Museu de Van Gogh e o Museu de Arte Moderna Stedelijk. É lá também que está o famoso letreiro IAMSTERDAM.

Ficamos receosos de pegar muita fila e fomos direto comprar os ingressos para o Museu de Van Gogh (15 euros por pessoa), mas foi bem tranquilo. Compramos em uma lojinha que fica ao lado do letreiro (ver foto).

Não enfrentamos filas e o museu é incrível! Bom, sou suspeita, pois Van Gogn é meu pintor favorito. Mas, impressiona a estrutura, a disposição das telas, a organização do acervo. Sensacional!!!

Ao sair do Museu passeamos pelas Museumplein e Leidseplein e comemos por ali mesmo, em barracas no meio da rua. O pedido… as famosas  panquecas de Amsterdã. Deliciosas e enormesss.

De lá, pegamos outro Tram, pois tínhamos visita agendada para a Casa de Anne Frank. O endereço é Prinsengracht 263-267. Os trams podem ser o  13, 14 e 17 ou ônibus 170, 172 e 174 descendo na parada ‘Westermarkt’. Pegamos o Tram 13, mas acabamos descendo na estação errada. Contudo, como nos informaram que estávamos no Bairro Jordaan que, além de ser o mesmo bairro do museu é um dos mais tradicionais de Amsterdã, resolvemos seguir a pé as longas 15 quadras que nos distanciavam.

Foi maravilhoso! O bairro é lindo e pudemos sentir a atmosfera da cidade, principalmente por suas construções mais antigas e preservadas. Sem falar nas lindas lojinhas, cafés, bicicletas por todo canto, feirinhas de rua e de natal e canais maravilhosos.

Ao chegar a Casa de Anne Frank a fila assusta, mas, o fato de comprar antecipado é a grande dica. Pela internet, no próprio site do museu. Além de mais barato, vai te poupar a filas imensa. Na época, comprei por (9,50 euros). Nós tínhamos agendado às 16h20min, mas mesmo chegando um pouquinho adiantado não houve problema para entrar.  Uma porta de vidro e fechada, ao lado da porta de entrada da grande fila é o local que você irá  se tiver comprado antecipado.

O museu é o melhor museu que eu já visitei na vida! Vale cada centavo e até a fila gigantesca se você não tiver comprado antecipado. É sensacional! Indescritível!

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Quando saímos, já mortinhos da silva, foi que lembramos do barco nos canais. Não podíamos sair de Amsterdã sem esse passeio. Só não sabíamos que podíamos ter visitado todos os lugares utilizando apenas esse meio de locomoção.

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Enfim… praticamente na entrada da Casa de Anne Frank compramos o ingresso da linha vermelha, a mais longa (17,50 euros). Ok, é um pouco salgado, mas se soubéssemos disso antes. Tínhamos pego essa linha, desde a Centraal Station. Ela faz paradas no: Maritime museum artis zoo e Nemo; Heineken experience, Museumplein, Vondelpark, Praça Dam, Casa de Anne Frank, Hermitage city hall (que dá acesso a Casa de Rembrandt e a Gassan Diamonds) e Centraal Station.

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Além das paradas o passeio é ótimo. Como disse no inínicio, me apaixonei pelas casas flutuantes. Estávamos passeando e observando as pessoas jantando em suas salas ou assistindo tv na sala. Além disso, nessa época natalina o passeio fica ainda mais lindo, com a iluminação da cidade, das pontes…. No mais, você pode entrar com comida no barco que tem mesinhas, wi fi grátis e é super aconchegante.

Voltamos para o hotel já tarde da noite. Optamos por não visitar o Bairro Rojo. Sinceramente, não era esse o nosso interesse em Amsterdã. Apesar da sua concepção de liberdade  que a cidade passa…  Amsterdã vai muito, mas muito além dessa característica.

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Inesquecível!!!

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Bruges (Brugge) – Bélgica

Saímos de Londres pela manhã em direção à cidade portuária de Dover para atravessar o Canal da Mancha por cima, por meio de um ferry boat até a cidade de Calais.

Estava um dia bem chuvoso. Tivemos que esperar, pois o mar estava agitado. Isso atrasou um pouco a viagem. Contudo, nada de desagradável…  Geeeeeeeeeeente… é um mega ferryboat.

O lugar é imenso! Super organizado! Há lanchonetes, banheiros e lojinhas onde ficamos até a autorização para embarcar… e, dentro do navio (que, diga-se de passagem, que navio!), nem se fala…. O melhor freeshop (no que diz respeito, a preço) de toda viagem. Além de excelentes cervejas e chocolates belgas.

OBS: Se você é como eu que não bebo quase nada… Pois se bebo é vinho, e uma taça já é suficiente, (risos), não se acanhe de, pelo menos, experimentar! Não gosto de cerveja, mas tenho que tirar o chapéu para as que experimentei. O navio oferece uns três tipos de cervejas belgas.  E, com a travessia de uma hora, temos tempo suficiente para experimentar. Dei várias bicadas nas compradas pelo meu pai. E olha o copinho básico!!! (risos).  A que mais gostei foi a Kriker Boon!

Neste tempo de travessia lanchamos, pois não achamos refeições legais. É mais estilo lanchonete, choperia, cafés. E utilizamos nossos cupons, que recebemos do guia da surland logo na entrada do navio, para comprar chocolates belgas autênticos (Delícia!!!). Descansamos um pouco, pois o navio possui bastante espaço com poltronas para se acomodar e, como comentamos acima, fizemos boas compras neste freeshop (exceto bebidas, que não estava liberado). Só não fomos no convés, porque estava bem frio.

OBS: Mil vezes fazer essa travessia que a do eurotúnel.  Bom, se você nunca fez, faça uma pelo eurotúnel, para viver essa experiência, mas… por cima é muito mais legal!

Dica: Se localize bem ao descer do seu ônibus na garagem do navio. Os guias nos orientaram quanto à cor, a letra e número do local e também sobre o pavimento em que ficamos no navio, mas não nos disseram nada sobre as linhas do chão em que o ônibus está, se primeira, segunda, terceira ou quarta e se estacionado, mais a frente, no meio ou na traseira também. O fato é que na hora em que descemos, era um “mar” de ônibus estacionados, praticamente iguais e com um espaço mega estreito para percorrê-los. Sou bem localizada e conseguimos encontrar rapidinho… mas, vimos muita gente perdida!

Enfim, saímos em Calais e nos dirigimos até a cidade medieval de Bruges.  Cerca de 1h ou 1h30min de ônibus.

Bruges (o nome original é Brugge) é uma cidade medieval da Bélgica que tem seu centro histórico (Grote Mark) tombado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, pela preservação da caraterística medieval em seus prédios, em especial as fachadas.

Parece cidade de conto de fadas de príncipes e princesas como dizem muitos…  para mim, a primeira sensação foi “tô na cidade de Papai Noel”. Afinal, estava bem próximo do Natal e toda a decoração da cidade seguia a temática… estava beeem frio, escuro e tinha uma linda pista de patinação no centro, muita iluminação natalina (uma das mais lindas da europa, diga-se de passagem, e várias feirinhas).

Nossa ida até Bruges foi rápida, mas suficiente para nos apaixonarmos, encantarmos e querermos voltar.

Chegamos por volta das quatro da tarde, mas como o dia estava bem chuvoso e cinzento não nos rendeu boas fotos. Contudo, o tempo foi excelente para entrarmos e sairmos das diversas lojinhas que vendem chocolate belga e chocolate quente (hummmm!) e para admirarmos  suas ruas estreitas, as feirinhas e a arquitetura.

A região central é MAGNÍFICA! Senão tivesse luz elétrica, a sensação era a de ter voltado no tempo… Só charretes, arquitetura inacreditável, igrejas, feirinhas livres, ruas de pedras e um Campanário de cair o queixo. Estar dentro dele ainda mais. Sensação medieval total!!! É possível subir na torre para ter uma visão completa da cidade. Mas, nem tínhamos tempo e nem condição meteorológica para isso.

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Estando com mais tempo na cidade, há o passeio pelos canais de Bruges, o que a faz ser conhecida como Veneza do Norte e também uma visita a outro patrimônio da humanidade, os Jardins das Beguinas de Flandres que em Amsterdã também existe.


Enfim… amamos!!!

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Londres (De passagem…)

Pois é… De passagem mesmo! Londres merece bem mais dias. Mas, se, como dizem, “a primeira impressão é a que fica”, a minha não poderia ser melhor… Cidade imponente, tradicional em seus hábitos, mas extremamente moderna no visual. Limpíssima, civilizadíssima, organizadíssima e extremamente chique!!! Confesso que fiquei surpresa, afinal, embora as semanas de moda sejam em Paris… o desfile mesmo, a gente viu, nas ruas daqui!

Bom, saímos de Paris bem cedo em direção à cidade de Calais na França para pegarmos o trem de alta velocidade “Le Shuttle” que atravessa o canal da mancha pelo Eurotúnel e nos leva até a cidade de Folkestone – Inglaterra. Muitas pessoas fazem isso para aproveitar um dia em Londres, pela proximidade. E, mesmo sendo uma passagem, vale muito a pena!!!

*Detalhes da Travessia!!!

Não sabíamos que o ônibus entrava em um vagão específico do trem. Foi novidade!!! Eu, particularmente, achei o máximo. No trem há vagões para carros, ônibus e passageiros.

Apesar de não termos que ficar dentro do ônibus, a sensação inicial é um pouco assustadora para quem sofre de claustrofobia. Digo isso porque algumas pessoas ficaram um pouco nervosas. Especialmente, quando as portas do compartimento se fecham. Vejam esse vídeo que demonstra direitinho: https://www.youtube.com/watch?v=vP2c1drjNoU

Mas, é tranquilo! Neste caso, é só sair do ônibus, aguardar 30 minutos e estamos na Inglaterra. Tudo é muito rápido e a gente nem sente que está fazendo travessia de nada. Estranho!!! Ou seja, mesmo estando a 40 metros embaixo d’água, parece até que a gente ficou parado.

Le Shuttle

Eu optei por ficar no ônibus mesmo, relaxando… Mas, fica a dica… Pessoas que foram nos meses de verão acharam muito desagradável, visto que o ônibus fica desligado, portanto, sem ar condicionado. E não dá para ver nada, nem sentir nada como eu já disse…

A experiência é válida… Mas, não se compara a ir de Ferry boat, como descreverei no post de Bruges.

*Curtindo Londres!!!

Bom, de Folkestone a Londres são cerca de 120 km (1h 20min). Chegamos por volta de 15h no hotel Britannia. O hotel era muittttoooo longe do centro e também um pouco longe do metrô e considerando que Londres é uma cidade imensa e bem cara, até para metrô, optamos por fazer os passeios opcionais da Surland para aproveitar os trajetos que os traslados faziam.

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Dica 1: O ideal é ficar bem localizado em Londres. E, como Londres possui diferentes atrações, é importante definir, pela quantidade de dias que você irá ficar, o que desejar conhecer e, então, escolher onde se hospedar.

Bom, mesmo distante, o nosso hotel era um retrato de Londres e foi bem legal ficar em algo antigo, mas tipicamente londrino… Do Concierge a bandeja de chá dentro do seu quarto. Antigo sim, mas muito estiloso. Nós amamos! Além disso, tinha uma Trattoria “tudo de gostoso” e uma bela vista para o Rio Tâmisa.

Enfim… após nos alojarmos e comermos na Trattoria “tudo”, fizemos o opcional para conhecer a London Eye e tour a pé  pelo centro de Londres.

London Eye

O passeio na London Eye  é bem tranquilo, mas dá para ter uma vista geral da cidade e do Big Ben. Vale a pena!!! As lojinhas perto da London Eye também vendem suvenires fofos.

De lá, pegamos a Whitehall a pé até Trafalgar Square. A avenida Whitehall é o centro político do país, inclusive local onde está a residência do Primeiro Ministro do Reino Unido.

E a Trafalgar Square é uma das principais praças. Foi construída por volta de 1840, em homenagem a batalha vencida pelo Almirante Lord Nelson contra Napoleão Bonaparte.

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Como fizemos todo esse trajeto a pé, rapidinho nos orientamos para saber olhar para que lado atravessar (kkkkkk). Porém, tudo em Londres é extremamente sinalizado. E não tem errada!!!

Whitehall

Estava absurdamente frio já, mas foi maravilhoso… Sentir a cidade e seus contastes…. O rápido movimento de metrópole executiva dissociando de sua arquitetura antiga e clássica. A velocidade e sofisticação com que as pessoas andam nas ruas e a educação e delicadeza nas cordialidades do dia a dia.

Sem falar na segurança… Eram quase 10 da noite, estávamos no centro, em grupo, “turistando” total, e sequer um mísero aviso de “cuidado com seus pertences” recebemos. Não era necessário!!!

Trafalgar Square

Trafalgar Square

No outro dia, pela manhã, um típico café londrino deliciosooooooo!!!

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Fizemos o city tour já ofertado pelo pacote da Surland. A primeira parada foi na Abadia de Westminster (a mais linda que já vi!!!) e também no Big Ben (o Parlamento).

Abadia de Westminster

Abadia de Westminster

Big Ben (Parlamento)

Big Ben (Parlamento)

Em seguida passeamos por alguns famosos bairros como Notting Hill e Covent Garden, avistamos a Tower Bridge e a Torre de Londres.

A segunda parada foi no no Hyde Park (o mais imponente de Londres). Antes de entrar… mais uma conferida na bela e exclusiva arquitetura da cidade. Já o parque, mesmo no inverno, é belíssimo.

Por fim, parada no palácio de Buckingham.

Palácio de Buckingham

Palácio de Buckingham

Assistimos a troca da guarda e depois, seguimos sozinhos pelo Green Park (também belíssimo) até a avenida Picaddilly.

Troca da Guarda

Troca da Guarda

Green Park

Green Park

Na Picadilly, saindo do parque à direita, aproveitamos para visitar a maior livraria da Europa, a Hatchards, que tem “só” sete andares!!! Show!!! Depois dela, ficamos passeando e namorando as incríveis vitrines.

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As lojas que possuem o brasão da família real indicam que aquele local já forneceu ou fornece para algum membro da realeza, a exemplo da loja de chá preferida da Rainha Elizabeth, a Forthum & Mason.

Vitrine da Loja

Vitrine da Loja

Entramos no famoso Burlington Arcade, o shopping center mais antigo da Europa – estabelecido em 1819 .

Bugliton Arcade

Burligton Arcade

E almoçamos no delicioso Café de Pierre (73 Picadilly) que além de gostoso, foi de um atendimento impecável e um preço muito bom. Cada prato saiu por £9,50 libras.

Cafe de Pierre

De lá, caminhamos até Picadilly Circus, fizemos algumas compras… Paramos numa linda feirinha de natal (Só ficamos com raiva de não termos libras em dinheiro, aqui!)

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Outra dica: Todos vão dizer que não há necessidade de trocar libras se for ficar tão poucos dias como ficamos. Além disso, se você tem cartão multimoedas ou mesmo cartão de crédito normal, a impressão é não ser necessário. Porém, nos arrependemos, pois nessa época, há muitas feiras de Natal e nelas só se aceita dinheiro… e é muita coisa linda e fofa!!! Portanto, a minha dica é que você pegue uns trocados, sim!!!

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Piccadilly Circus

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Enfim… resolvemos voltar de taxi para o hotel no fim da tarde (OBS: faça as contas. Estando em grupo de 04 ou 05, as vezes é mais vantajoso táxi do que metrô. E muitos aceitam cartão). (OBS 2: Um luxo esses táxis!!! Só para registrar!)

No mais, estava extremamente frio. O pior frio que passamos na Europa e ninguém queria adoecer com tanta coisa ainda para ver.

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Ou seja, visitar a Catedral de St. Paul, o Museu Britânico, o Castelo de Windsor e o Shakespeare´s Globe, além dos bairros de ChinaTown, Soho e Camden Town, dentre tantas outras atrações, ficará para uma próxima visita a Londres.

Bye!!!

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Paris -França

Rio Sena e Ile de Cité (ao fundo)

Ficamos 04 dias em Paris e, antes de viajar, tomamos algumas decisões. Como era a primeira vez de quase todos da família, queríamos “ver Paris” e flanar por suas ruas com tranquilidade, subir e descer as escadas e rampas que existem, caminhando… apreciando o Sena, os bouquinistes, sentar em seus lindos cafés…. Sentir-se meio francês. 

Nada de subir à Torre ou visitar o Louvre. Isso merecia mais dias em Paris. Nada de Versalhes também… Afinal, decidimos que íamos à Paris. Moulin Rouge, em outra oportunidade (fora, que achamos os preços meio absurdos!)

Portanto, o que falaremos aqui parecerá pouco, mas foi genuinamente a Paris que queríamos conhecer a princípio… Suas ruas, alguns monumentos, suas pontes, igrejas e melhor ainda, suas surpresas… Uma Paris a pé!!! Fria, nublada, realmente romântica, realmente encantadora, realmente de outro tempo…

Pont Neuf

E não nos arrependemos desse jeito meio “desleixado” que a conhecemos. Afinal, a cidade é de uma grandiosidade absurda, napoleônica mesmo… Porém seus pequenos prazeres, a exemplo dos cafés, crepes, baguetes, bancas de livros e revistas tiveram o seu religioso tempo reservado…

E, desde o primeiro relato deste post, repetirei o que os amigos viajados já me disseram… “Sempre que quiser ir a Europa, entre por Paris!” E se permita a mais dois dias… Todas as vezes… Afinal, a vida não é assim tão curta, pra gente dizer que só vai a Paris uma vez (risos)…

Torre Eiffel

Torre Eiffel

1º dia

Chegamos às 16h20min de um sábado. O traslado já estava lá. Um senhor com uma plaquinha da Surland (ver post sobre excursão Surland). Apresentamos nossos vouchers e, como só éramos nós, fomos direto para van que nos levou ao Hotel Mercure Versailles Expo. Excelente! Ótimo atendimento, ótimos quartos, ótima banheira, ótimo café da manhã. Internet grátis. E mesmo com todos esses ótimos, foi o nosso 3º colocado da lista (risos). Ou seja, os hotéis são excelentes.

Além disso, pertíssimo ao hotel tinha um supermercado. O que foi tudoooooooooooooooo. Afinal, Paris é cara!!! Assim, optamos por uma excelente alimentação local por dia, e lanches e o jantar/ceia comprávamos neste supermercado. E haja vinho também. Preços ótimosssssss!!!! (fizemos até noite degustação no hotel, junto a queijos maravilhosos que também existem no supermercado).

Trajeto do Hotel Mercure ao Metrô.

Trajeto do Hotel Mercure ao Metrô.

1ª dica: Os hotéis da Surland são informados com 15 dias de antecedência da viagem (já que na revista eles dão opção de 04 hotéis para cada lugar). E, o melhor a fazer é acessar os mapas de metrô na internet e orientar-se com antecedência. O aplicativo RAPT pode ser baixado, é gratuito e funciona offline.

O nosso hotel ficava bem distante dos pontos turísticos, mas em uma região nobre de Paris. Assim, ir até o metrô e voltar, mesmo à noite, foi mega tranquilo. No primeiro dia, já fizemos o trajeto e compramos nossos tickets. 

2ª dica: Optamos por comprar o carnet- 10 tickets. Saiu mais em conta, pois estávamos em quatro pessoas. Além disso,  se você viajar para Paris e pegar o 1º domingo do mês deve saber que os museus são TODOS GRATUITOS. Ou seja, nada do ticket “Paris Visite”… Assim, deixamos o Domingo para visitar alguns deles, menores e lindos.

Vamos logo abrir um parênteses e falar do metrô.  Esse post do Blog Miss Check-in tem uma explicação ótima e com fotos, orientando, passo a passo, como comprar, seja nos guichês (falando inglês tranquilo)  ou nas máquinas automatizadas:  Amei!!!

Além deste post, outro legal, você encontra no:  http://www.dicaseturismo.com.br/metro-em-paris/

Quanto as nossas dicas:

1º) Preferimos comprar o carnet – 10 tickets. Em, praticamente todas as estações, tinhas guichês para compra, além das máquinas de autoatendimento. Mas, para se prevenir, sempre andávamos com mais tickets. Pois, várias máquinas estavam quebradas.

2º) Não jogamos  nossos tickets fora depois de usá-los (seguindo as orientações de todos os blogs que havíamos lido). Mas, nenhuma fiscalização solicitou.

Estação de Metrô Abbesses

3º) É verdade! Poucas estações tem elevador. A maioria é escada. Assim, pouco peso nas mochilas e um tênis bem confortável. O sobe e desce é grande. Em algumas… bastante! E, se quiser evitar, procure fazer trechos sem muitas baldeações. As vezes você anda mais uma pouquinho, mas não se cansa tanto.

4º) As linhas são muito bem sinalizadas. E não tivemos dificuldade. Porém são antigas. 

5º) Não dê bobeira! Sabíamos que estava tendo muito assalto em Paris. Então, atenção! Andamos sempre de doleira e uma mochila com água e alguns pertences, mas, sempre à frente.

6º ) Em algumas estações mais centrais tem umas franquias de banheiro fofas, para emergências.

Enfim… após o reconhecimento do território, indo e voltando do metrô, fomos ao supermercado, onde achamos os melhores preços de vinhos, chocolates e queijos da Europa. Nem precisa dizer que a gente fez uma feira, né?  E voltamos para descansar.

Estava frio para nós nordestinos. Em média 6 a 8 graus e sensação térmica de 3º C.  Mas, uma delícia!!!

2 ºdia

Roteiro: Catedral de Notre-Dame, Saint Chapelle, Concierge, Quartier Latin, Museu Medieval, Universidade Sobornne, Livraria Shakespeare.com, Place Saint Genevieve, Pantheon, Cithyfharma, Jardim de Luxemburgo.

Acordamos cedo para tomar café, pois a Notre Dame abre as 08h e não queríamos chegar tarde. Pegamos o metrô na estação perto do hotel “Port Du Versailles” – Linha verde (12), sentido Front Populaire.  Pode-se descer na Estação Notre-Dame des-Champs – Linha verde (12), para evitar baldeações.  Mas, você pode também descer na Montparnasse Bienvenue (linha 04 – rosa) para baldeação – sentido Porte de Clignancourt, e finalizar na estação Cité. E foi o que fizemos!

A estação de metrô nos dá acesso a Île de la Cité  que é, literalmente, o coração de Paris, já que foi nessa pequena ilha que a cidade começou. A sensação de descer nessa estação é inacreditável. É como voltar no tempo…. 

Estação Cité (Mammi e Carols)

Estação Cité (Mammi e Carols)

A imensidão Napoleônica já dá as suas caras com o Palais de Justice ao fundo. Estamos em Paris!!! Boquiabertos e com  as cabeças para cima, olhando tudo imenso que existe ao nosso redor.

Mas, com a ficha caindo, começamos também a ver seus detalhes encantadores.. Uma bela feirinha desponta ao lado da saída do metrô, demos uma volta, conversando com os feirantes. Um belo café na esquina… Ar de silêncio, tranquilidade e… uma esquina depois, o Sena.

 Gente… tudo!!! Tudo, tudo, tudo!!!

Depois de ficar fazendo um 360º com o corpo (acho que fizemos uns três), nos dirigimos a Notre Dame, passando ao lado esquerdo desse belo café e, depois, esquerda novamente.

Notre Dame ao fundo (foto tirada da Pont Saint Michel)

Notre Dame ao fundo (foto tirada da Pont Saint Michel)

Notre Dame… Magnífica!!! Igreja gótica medieval de 1248. Não tinha muita

Visão Interna da Notre Dame

Visão Interna da Notre Dame

fila, mesmo sendo gratuito, mas mesmo que tivesse… Inacreditavelmente linda e mais linda ainda por dentro. Começamos com o pé direito, pois podemos dizer, agora, após a viagem, que foi um dos lugares mais lindos que visitamos em Paris.

Saindo da Catedral, ainda sem acreditar que estávamos ali, seguimos para a Saint- Chapelle. O mesmo caminho, voltando…

Você entrará no Palais de Justice e dentro dele seguirá para a Saint Chapelle. A capela é bem pequena, e foi construída para receber a coroa de espinhos de Cristo e outras relíquias do cristianismo adquiridas pela família real de Luís IX.  Como também era capela da família real, explica-se sua localização logo ao lado do palácio real da época.

Saint Chapelle

Saint Chapelle

A capela é dividida em dois andares, a parte inferior é belíssima, mas a superior é ainda mais linda  com um altar todo em ouro e vitrais magníficos! (70% dos vitrais são originais).

Saindo da Saitn Chapelle, seguimos para visitar a Conciergerie, a prisão onde ficou Maria Antonieta e centenas de prisioneiros da Revolução Francesa. Houve vários incêndios, mas alguns espaços da prisão foram reconstruídos, inclusive a cela em que ficou Maria Antonieta. Os espaços amplos da prisão são usados para exposições, expostas em meio ao calabouço. As grades estão lá, por toda parte. Quando fomos estava em exibição os “800 anos de Aniversário de Saint Louis”.

Concierge

Concierge

 A visita a Conciergerie é imperdível, especialmente para aqueles que querem entender um pouco mais sobre a Revolução Francesa.

Palais de Justice

Palais de Justice

Saindo da Conciergerie, na frente do Palais da Justice novamente, atravessamos a Ponte Saint Michel, onde é possível tirar belas fotos com a Notre Dame ao fundo.

20141207_074238De lá, caminhamos em direção a Pont Neuf (Ponte Nova) que, apesar do nome, é a ponte mais antiga de Paris. Fizemos uma parte por baixo, beirando o Sena… Gente, que momento incrível!!!  

Depois, por cima, margeando o rio e parando em cada bouquiniste que, com suas caixas metálicas verdes, vendendo livros antigos, selos, cartazes, postais, são um cenário à parte desta cidade.

A ponte Neuf é belíssima! Aliás, todas! E os pôsteres dos bouquinistes…dá vontade de levar tudo!

Andamos mais a frente um pouco, até a Pont Des Arts, a famosa ponte dos Cadeados, e seguimos em frente, até a Pont Royal que liga, do lado esquerdo o Palais Du Royal e do outro lado, a Universidade Francesa.  Voltamos pelo lado direito do Sena em direção a Pont Saint Michel, novamente. 

Pont Des Arts

Pont Des Arts

OBS: Não sabíamos que estávamos de costas para o Louvre e que atravessando o Palais Du Royal iríamos até ele. Então fica a dica!

De volta à Pont Saint Michel, estamos na entrada do famoso bairro parisiense “Quartier Latin” que recebeu esse nome em homenagem aos estudantes da Universidade Sorbonne e a língua falada entre eles, o latim.

Entrada do Bairro Quartier Latin (veja a Notre Dame ao fundo)

Entrada do Bairro Quartier Latin (veja a Notre Dame ao fundo)

 Na Place Saint Michel há um famoso monumento, o Fointane Saint Michel (a maior e mais famosa fonte de Paris, representada pelo arcanjo Michel como guerreiro enfrentando dragões ao expulsar Lúcifer do paraíso). Linda! 

Ao lado dele resolvemos almoçar no chamado “Le Fenelone”. De entrada… sopa de cebola deliciosa. Em seguida, o prato principal foi uma bela massa. E, de sobremesa, um autêntico Creme Brulle. E… vinho…. O conjunto dos pratos saia 14,50 euros por pessoa. E, super nos alimentou.

 

 

Começou a chover um pouco, mas, seguimos por dentro do Bairro em direção a famosa Universidade de Sorbonne. Em frente a ela, a uma bela estátua de Montaigne.

E, por traz da praça que fica em frente a Universidade, fica um Museu interessante, mas posso conhecido, o Museu Nacional da Idade Média  (Musse de Cluny). 

O museu contém ricas coleções medievais: pinturas, esculturas, tapeçarias, vitrais, objetos da vida cotidiana… Não deixem de visitá-lo gente. Vale muito a pena!!!

Entrando mais no bairro, vire a primeira rua à direita, no número 37 da Rue de la Bûcherie, e passe na famosa livraria Shapespeare & Co.  De lá, seguimos pelas ruas do bairro, dentre elas, a Rue Des Ecoles até a Place  Saint Geneviere.

Entramos na bela Igreja… De lá, seguimos ao Pantheon. Descansamos um pouco e, em seguida, fomos até os Jardins de Luxembrugo.

Sendo 

inverno, os jardins não estão com toda a beleza da primavera, mas, é um lugar encantador… Muitas pessoas lendo, tomando café… passeando com seus cães ou se exercitando…

No retorno, parada em um dos cafés que ficam margeando os Jardins. Uma entrada na Citypharma e voltar para o hotel.

Do Jardim de Luxemburgo seguimos buscando a estação de Metrô Saint Suplice (linha 04- rosa – sentido Maire de Montrouge). Descemos na Estação Montparnasse Bienvenue para baldeação para linha 12 para Port du Versailles (sentido Mairie d´ Issy) .

 À noite, por volta das 19h, saímos para o passeio incluso no pacote, chamado Paris Iluminada. O passeio é uma espécie de City tour. Atravessa toda a Champs Elysées e faz três paradas importantes. O Arco do Triunfo, a Opera de Paris e a Torre Eiffel (exatamente no Trocadero. O melhor local para fotografar a torre). 

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O trocadero possui uma linda fonte, chamada de Varsóvia, formada por uma série de tanques e cascatas que terminam numa grande e retangular piscina. Não deixe de observar as esculturas da década de 1930 que embelezam a praça.

Ópera de Paris

Ópera de Paris

Esse passeio é maravilhoso, pois as paradas possuem tempo suficiente para boas fotos.

Na volta, já por volta das 11h da noite, paramos no Café Le Domêuma Brasserie no bairro do nosso hotel e ficamos por lá, tomando vinho, café e os maravilhosos crepes parisienses. Deixamos aqui o nosso agradecimento ao super garçom Sophien, que misturando um “espanglês”, se fez entender e nos auxiliou totalmente com os pedidos.

OBS: Aliás, tínhamos ouvido muito que os franceses não gostam de falar inglês. E, estávamos um pouco preocupados com isso. No entanto, não tivemos NENHUM PROBLEMA. Quando os franceses não sabiam, não mediram esforços para com mímicas ou mesmo misturando idiomas, nos auxiliarem nas explicações.  Todos muito prestativos. Ao dizermos que éramos brasileiros, a receptividade era ainda maior.  Mas, se tiver problemas, uma dica… Entre nos hotéis e peça ajuda aos concierges.

 3º dia

Roteiro: Igreja Domo, Torre Eiffel, Campo de Marte, Place da Concorde, Praça das Pirâmides do Louvre, Arco do Triunfo do Carrossel, Jardins de Tuillers, Place Vedome, Igreja de La Madeleine, Galerias Lafayete.

Optamos por fazer o city tour com a excursão, pois, além de só durar 02 horas, ela nos deixaria próximo a Place da Concorde ao final, por volta das 11h. Saímos pelo city tour panorâmico, mas que fez duas paradas fundamentais: a 1ª,  Torre Eiffel, exatamente no Campo de Marte (Champ de Mars), ou seja, embaixo da torre, que nos rende maravilhosas fotos.

E, depois, na Igreja Domo (fundo do Hotel des Invalides)  onde está enterrado Napoleão Bonaparte.

Jardins dos Invalides ao lado da Igreja Domo.

Jardins dos Invalides ao lado da Igreja Domo.

O tour nos deixou na lateral do Louvre. Almoçamos No Rivoli Caffe, que fica no Carrousel du Louvre.

Rivolli Cafe

Rivoli Cafe

De lá, partimos para a Praça das Pirâmides do Louvre, onde há uma estátua de Joana D’Arc., e o pátio de colunas de diferentes tamanhos no jardim Saindo da praça das Pirâmides é só seguir em frente, passando pelo Carrousel du Louvre

Pirâmides do Louvre

Pirâmides do Louvre

Aqui, cuidado com a quantidade de pessoas que te oferecem bugigangas.

Arco do Triunfo Carrossel

Carrousel du Louvre

Atravessando o Carrousel du Louvre iremos passar pelos belos  Jardins de Tuileries (que possui estátuas interessantes que retratam cenas da mitologia).

Ainda dos Jardins

Ainda dos Jardins

Passaremos também pela Praça Vedome, pela Rue de la Paix (aqui veremos um grande obelisco com a estátua de napoleão Bonaparte e a grande roda gigante que existe nessa época do ano) e a Champs Élyssés.

Champs Elysées

Champs Elysées

Descemos na pela Plaza de la Concorde, seguimos em direção a Rua Royale para a Place de la Madeleine. A igreja de la Madeleine (Église de la Madeleine), é linda, como um templo clássico grego, altas colunas, consagrada à Maria Madalena, com relíquias expostas. Inaugurada em 1845, depois de 80 anos de construção.

Place La Concorde

Plaza de La Concorde

Igreja La Madeleine

Igreja de La Madeleine

De lá partimos para conhecer as  Galerias Lafayette, depois fazer umas comprinhas na Uniqlo, já que os preços são excelentes e o frio tava grande demais e… sempre que queríamos, parando para comer pães e tomar café.

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4º dia

ROTEIRO: Bairro de MontMarte, Basílica de Sacre-Cour, Invalides, Museu Rodin, Museu das Armas, Ponte Alexandre III

Metrô Abessess

Metrô Abbesses

Da estação de Metro Paris Port Du Versailles – Linha verde (12), vai direto até a estação Abbesses (sentido Frount Populaire).

Queríamos descer na Abbesses que é a estação que possui a maior quantidade de degraus em Paris e também porque é considerada a mais bela estação “art nouveau”.

Mas, se você quiser uma mais tranquila, desça na Blanche que sai em frente ao Moulin Rouge .

A estação Abbesses dará na Place Abesses, aqui, nesta época do ano, fica uma feirinha de Natal super fofa. E ao lado dela você verá um jardinzinho  onde fica o Muro do Eu Te Amo (Le Mur des Je t’Aime). É um local ótimo também para comer os brioches e baguetes, pois possui as padarias mais premiadas de Paris: Le Grenier à Pain, Coquelicot, La Flûte de Pain e Au Levain d’Antan.

Le Mur des Je t’Aime

Descendo na Abbesses para ir até a Sacre-Cour você poderá pegar um Funiculare (um bondinho), usando o mesmo ticket do metrô. É como se fosse uma baldeação. No entanto, sinceramente, suba andando, conhecendo esse maravilhoso bairro de MontMartre. Lindo, boêmio, aconchegante. Me senti no filme “Meia Noite em paris” de Wood Allen. E não é cansantivo, afinal, você irá parando e visitando e observando a cidade.

Segui o roteiro de subir a Rua Lepic. Sugestão da Miss Check-in novamente. http://misscheck-in.com/2011/05/15/roteiro-a-pe-montmartre-paris/

Subimos a Rue Lepic para passar pelo número 54, casa onde, no terceiro andar, morou Van Gogh e, de lá, pintou a vista que tinha de sua janela em 1887 (Vista de Paris na Rue Lepic).

Casa onde morou Van Gohn

Casa onde morou Van Gohn

Subindo a rua, além das belas construções, observaremos o Moulin de la Galette, construído em 1622 que inspirou Renoir a pintar a obra O Baile do Moulin de la Galette e o Moulin du Radet, onde funciona um restaurante que leva o nome do primeiro moinho,  Moulin de la Galette. Estes dois são os únicos moinhos que ainda existem em Montmartre. 

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Após os moinhos, você continuará seguindo na Lepic até a esquina com a Rue Norvins e encontrará a escultura Le Passe Muraille, em homenagem ao escritor francês Marcel Aymé. Subindo um pouco mais começará a sentir o burburinho de pessoas, cafés e galerias.  Passamos um bom tempo aqui, observando os quadros, comprando suvenires, conversando… Daqui, um pulo e você está na  Place du Tertre.

A praça é cheia de restaurantes e artistas… MARAVILHOSO!!! Da praça já se vê a Basílica de Sacre-Cour que é um sonho. A vista que temos de Paris também.  Ficamos um bom tempo neste bairro. 

Basílica de Sacre-Cour

Basílica de Sacre-Cour

Vista de Paris no alto da Sacre Cour

É verdade que muitas pessoas te abordarão na rua para fazer caricaturas, desenhos, pinturas, oferecer lembrancinhas…. Artistas também tocando, cantando…  Mas, faz parte! Fizemos também muitas comprinhas aqui.

Até uma lojinha de shampoos na Lepic achamos.  E também almoçamos por aqui, no Le Nazir. Delicioso!!!  https://plus.google.com/112856859783276620273/about?gl=br&hl=pt-BR

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De MontMarte, fomos até os Invalides para conhecer o Museu das Armas, onde está o túmulo de Napoleão. Descemos na estação e temos acesso a Boulevard Des Invalides que nos permite ver e tirar belas fotos da Ponte Alexadre III, uma das mais lindas!!!

Pont Alenxadre III

Pont Alenxadre III

Passamos pelo prédio da École Militaire, pavilhão da Real Academia Militar. O Hotel Dês Invalides foi construído por Luís XIV para ser residência de oficiais militares que haviam ficado inválidos em suas várias campanhas militares. Hoje, ele abriga a maior coleção de armas do mundo, há exemplares de quase todos os continentes e de várias épocas.

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Ao lado da Ecole Militaire, à direita de quem sai do museu, está o Museu Rodin.

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O Museu é lindo! Uma elegância só. Uma boa parte dele está no jardim. Obras como o pensador, Balzac, Jardim de Oprheu, O portão do inferno, o Beijo, Os três homens, dentre outros…  E o passeio vale muito a pena. 13 euros.

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A estação de metrô mais próxima é a Varenne. Foi dela que voltamos para o hotel….Hora de arrumar as malas e seguir com a excursão que, no outro dia, bem cedo, nos levaria para Londres…. 

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Au revoir!!!

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Excursão Europa – Surland

Oi pessoal, resolvi escrever um post explicando a compra que fizemos desta excursão, porque ao pesquisar informações em sites ou blogs sobre ela, foi muito difícil achar e tivemos muitas dúvidas. A ideia aqui será, relatar um pouco o que achamos e aí remetemos aos locais MARAVILHOSOS que visitamos.

Bom, fizemos a compra deste pacote com muita antecedência. Tanto que, quando viajamos, a viagem em si estava paga. E isso, foi maravilhoso pra gente. Portanto, fica como 1ª dica. Afinal, compramos os euros com tranquilidade, viajamos com tranquilidade. E, melhor, já voltamos (no maravilhoso jet lag “quero viajar de novo rapidamente”), com dinheiro livre para comprar a próxima.

Na www.aplhatourpb.com.br, com Goretti, aqui em João Pessoa, conhecemos os pacotes de viagem para Europa da http://www.surland.com/.  Confesso que sempre tive receio de excursões. Sensação de ficar aprisionado aos roteiros fechados e com grupos grandes que parece sinônimo de horários complicados. No entanto, como fomos em família, e  com roteiro local totalmente por terra (necessidade do meu pai, que não tem muita simpatia pelo avião), preferimos comprar um pacote e, tenho que admitir, mudei meu conceito sobre excursões. E, inclusive, faria novamente, mesmo que fosse sozinha.

Bom, a revista da Surland  que detalha os pacotes oferece diversas opções. Mas, tínhamos algumas exigências de locais e o que se aproximava mais do gosto de todos foi o Pacote de 11 dias (Paris, Londres, Amsertdã e Berlim). No entanto, compramos um dia a mais em Paris (na ida) e um dia a mais em Berlim (na volta), por fora. E, mesmo estas sendo as cidades principais, você visita Bruges (Bélgica), Frankfurt e Erfurt (Alemanha).

2ª Dica: Embora você tenha os roteiros já organizados, com o itinerário todo descrito, você pode fazer os ajustes que quiser, se planejando sozinho ou com o pessoal da agência. Exemplo: chegar antes ou sair depois, como fizemos, para aproveitar mais alguns lugares. Parar no meio, fazer outras cidades e encontrar com a excursão em outro local. Aéreos diferentes.  Enfim… várias pessoas no nosso grupo entravam e saiam em cada cidade. O grupo se renovava ou depois se reencontrava. O nosso roteiro mesmo fazia parte de um roteiro maior que tinha iniciado na Espanha e ia até a Itália (32 dias). E também se dividiu em dois grupos, ao chegar à Alemanha. Muito prático!

O itinerário descrito na revista foi rigorosamente seguido e com todos os horários cumpridos.  A única coisa que mudou foram os passeios opcionais. Às vezes, eles ofereciam outros e também, você fica na dependência de ter um número mínimo de pessoas para fazer. Assim, não dá para confiar nos opcionais. Melhor você fazer seu roteiro livre e, acaso deseje, no dia, você compra. Mas, tenho que elogiar o pessoal. Tudo muito organizado. 

Nosso Guia Ângelo e Pappi Guia excelente (Ângelo)! E que ficou com a gente do início ao fim. Falava “portunhol” e se mostrou muito atencioso. Mesmo tendo chegado antes, ele nos procurou no hotel para tirar dúvidas e como saímos depois, deixou o traslado organizado e o telefone para qualquer dúvida.

Pontos positivos:

1º) Pontualidade – Em todos os passeios, incluindo o traslado do aeroporto/hotel/aeroporto.

      Nota: tivemos apenas um problema com o ônibus em Frankfurt (queima da bateria, por curto circuito), mas que foi trocada em duas horas e o horário foi recompensando no passeio, não havendo atrasos.

2º) Receptividade –  Recebemos bolsinhas de brinde e, em cada cidade, mapas dos pontos turísticos.

3º) Organização – Em cada hotel são deixados cartazes esclarecendo tudo sobre o roteiro, viagem, guia, telefones, dicas, passeios. São feitas reuniões no início de cada cidade para esclarecimento e venda dos passeios opcionais.

4º) Guias e paradas – Os guias são educados, atenciosos e prestativos. As malas são bem organizadas. Os ônibus são limpos e novos. E os locais de parada para alimentação são bem selecionados.

5º) Qualidade dos hotéis  – Todos excelentes! Quatro estrelas. Com ótimos cafés da manhã. Destaque para Amsterdã e Frankfurt!!!

Pontos negativos:

1º) Ausência de banheiro – O ônibus dos traslados não possui banheiro. E, embora haja paradas de 02 em 02 horas, em locais excelentes, às vezes podem ocorrer emergências, como houve. E você fica em situação complicada.

2º) Excesso de bagagem – Embora o esclarecimento sobre as malas seja real (apenas uma média por pessoa + uma de mão, para os passeios no ônibus), várias pessoas não cumpriram isso. Tinha mala de todo tamanho e gente com até duas malas grandes, mais as de mão e não houve cobrança extra. Considero ponto negativo, pois isso era falado algumas vezes no ônibus, mas as devidas penalidades não foram realizadas. Detalhe: Nada contra quem tinha malas a mais. Mas, acredito que, senão há problema, então todos poderiam ter tido esse direito.

OBS 1: Localização dos hotéis – Não vou dizer que este foi um ponto totalmente negativo, pois isso nos foi dito desde o princípio e também, para todos os hotéis existiam estações de metrô próximas. Mas, não foi totalmente positivo, pois em Londres, a localização do hotel foi péssima.  Mas, mesmo sim, não tivemos problemas quanto a deslocamento. Porém, deixamos claro que, em nenhum deles podemos chegar a uma estação turística a pé. Fizemos uso de metrô, trem, ônibus e taxi. Porém, tudo foi extremamente tranquilo.

OBS2: Os tours panorâmicos são panorâmicos. É obvio! Mas, mesmo assim, tem gente que reclamou demais. Porém estava claro e descrito que haviam apenas duas ou três paradas. Assim, só vale a pena se você quiser ter uma rápida noção do lugar. Ou descer em uma das paradas para fazer o restante a pé.

            Enfim, recomendo a Surland e, como disse, voltaria a fazer esta excursão! Até para àqueles que não gostam de excursões. Afinal, você pode não fazer nenhum dos passeios já inclusos, e ficar livre, mas aproveitar os traslados. Afinal, viagem de muitos dias é cansativo e ainda, pegar a estrada pode exigir mais horário para descansar e poucas possibilidades de desfrutar das bebidas (risos). Embora eu não beba, não tem como não provar vinho francês, cerveja Belga e Alemã e vinhos quentes diversos naquele frio.  Enfim… achei muito legal!!!

Para finalizar…

Sobre os Vôos.

Compramos pela TAP. Ida e volta.  Os aviões estavam em excelente estado. Os horários foram rigorosamente cumpridos. A comida estava divina. O Vôo foi bem tranquilo e os vinhos portugueses do Alentejo, sensacionais.  E… aproveite o dutty free de Lisboa que foi o melhor de todos!!!

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